sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Feira de Luxo vende caixão de ouro equipado com telefone

Um caixão de ouro equipado com um telefone móvel avaliado em 280 mil euros (US$ 381 mil) e um vestido de noiva rosa, salpicado de diamantes, estimado em 220 mil euros (US$ 300 mil) estão entre os artigos à venda no 8º Salão Internacional de Luxo que começou nesta sexta-feira em Verona, norte da Itália.

Para que serve um telefone móvel em um caixão? Para enviar mensagens aos parentes caso a pessoa seja enterrada viva por engano, explicam os criadores.

O vestido da futura esposa, de uma cor pouco comum, possui também um grande decote, com babados ao estilo cancã. Entre os objetos clássicos, aparece um iate com motor Ferrari e um piano decorado com cristais, cujo preço não foi revelado.

Um carro de corrida, que tem apenas mais quatro exemplares no mundo, é vendido a 1,3 milhão de euros (US$ 1,7 milhão), enquanto uma bicicleta de corrida toda de ouro é a opção para os mais ecológicos. Para os executivos, a feira propõe uma cadeira de pele de crocodilo misturada com ouro, diamantes e rubis. Os organizadores informaram que foram utilizados nada menos que 20 crocodilos para produzir a original cadeira de escritório.

Para os momentos de relaxamento e pelo preço de 60 mil euros (US$ 82 mil) há uma mesa de sinuca trabalhada com folhas de ouro.

A Feira de luxo registrou neste ano uma grande quantidade de público apesar da crise, e permanecerá aberta até o dia 1 de março.

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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Zumbis têm o direito de se manifestar nos EUA

Segundo decisão da justiça norte-americana, os zumbis têm o direito à liberdade de expressão. É isso mesmo que você ouviu: os juízes tiveram que se manifestar sobre este assunto.

Para entender o caso, a decisão não deu ganho de causa a policiais que haviam prendido em 2006 um grupo de pessoas vestidas de mortos-vivos para protestar contra os males da sociedade de consumo.

Em uma decisão da qual a AFP obteve uma cópia nesta quinta-feira, a Corte de Apelações de Saint Louis, no Estado de Missouri, nos Estados Unidos, considerou por dois votos a um que não havia "razões suficientes" para prender os zumbis.

O ataque zumbi – Os policiais encontraram sete pessoas andando de maneira hesitante, com seus rostos cobertos de talco, com marcas falsas de sangue desenhadas nas bochechas e olhos pintados de cor escura.

Com um Ipod, uma caixa de som e um alto-falante, os manifestantes apresentavam músicas junto com mensagens como "tragam seus cérebros para cá".

Eles foram parar na delegacia e passaram duas noites na cadeia, a princípio, para um exame das identidades, e, depois, por "perturbar a ordem pública" e, por fim, porque o conteúdo de suas bolsas se assemelhava a armas de destruição em massa.

Mas, para a corte, os zumbis exerciam apenas a sua liberdade de expressão de maneira "artística e simbólica" compreensível para todos.

A imagem - A foto em destaque, da AFP, é do habitual “zumbie walk”, comemorado por israelenses na cidade de Tel Aviv, em 24 de fevereiro de 2010. Na data, os judeus celebram a libertação do seu povo de um complô para exterminá-los no império persa antigo, há 2.500 anos.

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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Americano de 81 anos doa empresa a funcionários


O norte-americano Bob Moore, dono da empresa de produtos naturais que leva seu nome, a Bob´s Red Mil Natural Foods, decidiu transferir a companhia a seus 209 funcionários no dia do seu aniversário de 81 anos, segundo informou o jornal The Seattle Times.

Moore evitou dizer quando custa a empresa, que oferece 400 tipos de farinhas, cereais e pães. No entanto, em 2004, uma publicação especializada estimou as receitas anuais em mais de US$ 24 milhões.

"De certa forma eu tinha uma escolha", disse Moore em relação a o que ele poderia ter feito com a Bob´s Red Mil Natural Foods, fundada por ele e sua esposa, Charlee, em 1978.

"Mas no meu coração, eu não tinha (opção). Essas pessoas são muito boas em seus trabalhos para eu apenas vendê-la (a empresa)."

"Isso só mostra como a fé e a confiança que Bob tem em nós", disse Bo Thomas, superintendente de manutenção, que colocou seus quatro filhos na faculdade durante duas décadas na empresa.

"Para todos nós, isso é mais do que apenas um trabalho. Obviamente, é da mesma maneira para Bob", completou.

Para Moore, por sua vez, nada vai mudar a partir do novo regime. Ele pretende fazer para o futuro o que ele tem feito todos os dias há décadas.

"Eu posso ter dado a eles a empresa", disse ele, rindo, "mas a parte ‘patrão’ ainda é minha."

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