sexta-feira, 14 de maio de 2010

Britânicos passam seis meses da vida falando do tempo

A típica "conversa de elevador" é parte fundamental na vida dos britânicos. Pelo menos é o que indica um estudo publicado nesta sexta-feira, que revela que os habitantes da Grã-Bretanha passam o equivalante a seis meses de sua existência falando sobre o tempo.

As especulações sobre se vai chover ou fazer sol, as queixas pelo frio ou pelo calor são o principal tema de conversa não só com desconhecidos mas também com colegas de trabalho para 58% dos britânicos, aponta o estudo.

O levantamento, realizado pelo instituto ICM com 2.018 adultos, conclui que os britânicos falam sobre o assunto 49 horas por ano, e que este tema de conversa supera o de trabalho, televisão e esportes.

Além disso, 19% das pessoas com mais de 65 anos entrevistadas se acham capazes de prever o tempo tão bem quanto os meteorologistas profissionais.

A explicação mais comum para o fascínio dos britânicos pela meteorologia é que o tempo na região muda bastante. Apesar disso, não ficou muito claro por que outros países com condições similares não se interessam tanto pelo tema.

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quarta-feira, 5 de maio de 2010

Castores constroem barragem imensa no Canadá

Uma barragem construída por castores, a maior do mundo natural, foi descoberta numa região isolada e selvagem do norte do Canadá por um ecologista que utilizou fotos por satélite do site Google Earth.

Situada no Parque nacional Wood Buffalo, no norte da província de Alberta, a barragem mede 850 m de comprimento, muito maior que a média considerada para um trabalho deste tipo, que não passa, geralmente, de 100 metros no Canadá; apenas um desses diques em 1.000 possui mais de 500 metros de comprimento.

A construção desta obra-prima da natureza teria começado nos anos 1970, acredita Jean Thie, que a descobriu quando tentava medir, com a ajuda de fotos por satélite, o derretimento do permafrost (a camada constituída por terra, gelo e rochas permanentemente congeladas) no norte do Canadá.

"Várias gerações de castores trabalharam na construção, que continua a aumentar", declarou Thie à AFP nesta quarta-feira. O dique já era visível em fotos da Nasa do início dos anos 1990, acrescentou.

Funcionários da reserva natural sobrevoaram a barragem em baixa altitude no ano passado, mas não puderam observar detalhes, uma vez que a região é pantanosa, informou por sua vez um porta-voz do parque nacional, Mike Keizer.

Puderam confirmar, no entanto, que "é muito antiga. Quando um dique é mais novo, apresenta toras de lenha de corte recente. Neste, a erva cresce, a aparência é de muito verde", explicou Keizer.

Jean Thie notou que os castores estão construindo outros dois diques de cada lado da barragem principal e que em dez anos, as estruturas vão formar uma única barragem, medindo mais de 950 metros.

"É um fenômeno único, diques construídos por roedores visíveis do espaço", destaca.

Os valentes castores constroem diques para criar reservatórios de água profundos onde podem se abrigar de predatores, fazendo fluir o próprio alimento e os materiais de construção que utilizam.

Até a descoberta desta barragem, considerava-se que a mais longa conhecida no mundo animal era uma de 652 metros situada no Estado americano de Montana, na fronteira com Alberta.

À beira da extinção pelo comércio de peles nos séculos XVII e XVIII, o castor está voltando com força aos antigos hábitats em toda a América do Norte, alguns vivendo mesmo às portas de grandes cidades, como Montreal.

"Há diques por todo o Canadá e algumas colônias de castores contam com até 100 animais por km2", destaca Jean Thie.

"Eles refazem a paisagem", disse. Texto: Da AFP.

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terça-feira, 13 de abril de 2010

Americano bate recorde ao colocar 1.501 piercings

Um americano do Wyoming (norte de Estados Unidos) bateu o recorde mundial ao colocar 1.501 piercings nas costas e nas pernas, informou a imprensa local. Ed Burns quebrou o recorde anterior de 304 perfurações e vai entrar para o Livro Guinness dos Recordes Mundiais.

A colocação dos piercings aconteceu ante uma centena de curiosos, no estúdio de tatuagens "Pain for Sale" (Dor à venda) da pequena cidade curiosamente chamada Gillette (Wyoming), indicou o Gillette News Record.
Segundo testemunhas, Burns não reclamou uma única vez durante as quatro horas e 27 minutos que durou seu suplício voluntário. "É um fenômeno. Achei que ia gemer ou algo assim. Mas se tivéssemos deixado, ele acabaria dormindo", declarou Robert Benson, que colocou as 1.501 agulhas.

Da AFP

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